Composição de quadros

OLAR!

Quem lembra de uma matéria de Dicas para o Natal? Aquela onde falamos um pouco sobre composição de quadros e sabemos que vocês amaram, então agora vamos dar algumas orientações de como fazer uma beeem linda, até porque está super na moda! Do jeito moderninho é chamado de “Gallery Wall”.
Claro que a composição vai depender muito do seu gosto: pode ser toda certinha, com quadros dos mesmos tamanhos e molduras iguais, ou pode ser bem assimétrica, misturando molduras e cores. Mas, para não virar o “samba do crioulo doido”, vamos escolher um tema? 


1.    O tema 

“Se eu colocar a Torre Eiffel, por exemplo, eu preciso inserir todos os outros de monumentos?”
 Não! Se você quiser, até pode. Mas é bem divertido mesclar com frases, imagens geométricas e abstratas. Então por que definir um tema? Porque os quadros tem que “conversar entre si”, seja pelas cores, pelas molduras ou pela imagem. Dois ou três quadros podem formar uma só imagem, como um mapa mundi que pode ser disposto no formato dele com as imagens recortadas, assim como uma árvore. Ou eu posso só preencher uma parede sem formato específico.
“E se eu não ligar pra isso e quiser colocar tudo bagunçado?”
 Há quem ame! Você só não vai mais receber a visita dos seus amigos que tem TOC! Hahaha

2.    Definir tamanhos
A composição pode ser feita de quadros do mesmo tamanho e também fica incrível quando mesclamos. Porém, temos que ter muito cuidado com as medidas, para garantir que eles fiquem harmônicos e o mais importante: que caberão na parede! Como são muitos, às vezes a gente se empolga escolhendo vários pequenos e tcharaaaaaam… não deu. Ou deu, mas ficou desproporcional. Triste, né? O que nos leva a dica 3.

3.    Testar antes de produzir os quadros

Eu sei que a essa altura já estamos doidos pra ver tudo pronto, BUTTT é mais seguro testar antes, não é? E uma forma muito simples de fazer isso é recortar pedaços de papelão dos tamanhos escolhidos, “brincar de quebra cabeça no chão” e depois de escolhida a melhor composição, colar na parede com fita. Assim teremos a noção exata da harmonia entre os quadros e o ambiente.

4.    Escolher as imagens para impressão

Mas por que só agora? Porque com a composição pronta, eu consigo ter a certeza de quantos quadros na vertical e quantos na horizontal vamos precisar. Acreditem, se apaixonar por uma imagem e ela não ficar bem na composição é de partir o coração e não tem cola mil que dê jeito.


5.    Elas: as molduras! <3

Com as imagens definidas, é mais fácil escolhermos as molduras para que elas casem direitinho, tanto de cores quanto de espessura. E às vezes tem umas que a gente deixa até sem, o famoso “canvas” (é uma impressão que fica parecendo pintura real oficial!)


6.    Instalação

Com tudo prontinho, é muuuuuuito importante que a gente tenha cuidado na hora da instalação. Deixar os quadros na distância padrão, alinhados (é bom usar o nível de obra para ver se ele tá certinho ou torto!) e nas alturas certas. Porque, não sabemos vocês, mas somos rainhas de levantar em ambientes públicos e ir ajeitar o quadro que estava torto (Quem tem TOC aí também levanta a mão! ). Eles podem ser instalados com fita dupla face ou, para os mais habilidosos com a furadeira, pendurador.

Dica de ouro: uma composição não precisa se limitar a quadros. Tá liberado pratos, letreiros, esculturas 3D, relógios, prateleiras e tudo que a imaginação (e o bom senso, pelo love de God) permitirem. 


Como percebemos, não há regras. Os quadros tem que ter a personalidade dos moradores ou do local, no caso de espaços comerciais. Se a dúvida estiver muito grande, peça ajuda a um arquiteto. Ele pode te ajudar através de projeto ou uma simples consultoria também já resolve.
Agora com as dicas em mãos, arrebentem nas composições que não queremos mais ver uma parede em branco, heim?
Beijos.

Por Lorena e Rafa .

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